segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
Aprenda a Renunciar
Na sua caminhada como cristão, certamente você já renunciou a várias coisas. Quem sabe a uma nova oportunidade de emprego, a uma viagem dos sonhos, ou até mesmo a um namoro... São tantas coisas pelas quais, muitas vezes, temos que abrir mão! A palavra “renúncia”, num primeiro momento, pode nos trazer a impressão de derrota, de negativismo. Mas, por meio desta mensagem, você vai perceber que nem sempre a renúncia terá este peso. Você verá que por traz dela existe um outro aspecto. Aprenda mais da Palavra de Deus neste dia e seja edificado.
Que o Senhor lhe abençoe!
RENUNCIAR“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar”. Tito 2.11 e 12a
Você já precisou renunciar alguma coisa? Certamente não deve ter sido uma boa experiência. Essa renúncia foi em relação à sua vontade ou à vontade de Deus? Ao seu plano ou ao plano dele? Geralmente diz respeito a nós mesmos. Em minha experiência pessoal, todas as vezes que precisei abrir mão de alguma coisa, refazer, voltar atrás, isso dizia respeito a mim mesmo e nunca com relação à vontade de Deus, pelo simples fato que quando o Senhor faz, orienta e decide, ele mesmo sustenta, faz de forma completa, perfeita, sem que precisemos renunciar.
Num primeiro momento a palavra “renúncia” traz-nos à mente um sentido negativo e de derrota, até porque vai contra a nossa própria natureza; não gostamos de abrir mão, renunciar. Mas existe outro aspecto para este verbo. A vida cristã é feita de pura renúncia.
E quando você tiver que fazer isso, lembre-se desta preciosíssima letra e música de Tommy Walker, que está no CD Sonho Maior, com fé em nome de Jesus.
“Deus, rendo tudo a ti, À tua mão forte e fiel. E em tudo eu te louvarei, Eu apenas confiarei...”“Se não sei o que fazer... Levanto as mãos.Se não sei o que dizer... Te louvarei.Se não sei pra onde ir... Ao teu trono irei.Se não sei o que pensar... Tua Palavra lerei.Se não sei o que fazer...”
E quantas vezes eu e você nos esquecemos de fazer isso, ou mesmo decidimos não fazer? E quando não sabemos o que fazer, fazemos qualquer coisa; quando não sabemos o que dizer, falamos bobagens; quando não sabemos aonde ir, vamos para qualquer lugar; quando não sabemos o que pensar, pensamos qualquer coisa; quantas vezes fazemos errado. Que Deus nos livre dessas decisões humanas e imediatistas e, pelo contrário, possamos dizer com fé, renunciando nossos desejos, ímpetos e emoções...“Deus, rendo tudo a ti. Mesmo que não possa entender os mistérios que me cercam confiarei em teu poder”.E assim fazer da forma correta...“Se não sei o que fazer... Me ajoelharei,Mande tua paz, Tão perfeita paz, oh Deus!Eu me prostrarei, Venha me curar,Venha me curar, meu Deus! Se não sei o que fazer...”
Renunciar por Cristo é certeza de acerto, lucro e vitória. Um dia Pedro quis desistir de jogar a rede do jeito dele, do lado que ele mais gostava e decidiu lançar sua rede no lado que Jesus mandou, da forma como Jesus mandou. E o resultado foi: “Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a praia. Ela estava cheia: tinha cento e cinqüenta e três grandes peixes. Embora houvesse tantos peixes, a rede não se rompeu” (João 21.11).Renuncie hoje por Cristo, você estará investindo na conta de Deus e amanhã certamente puxará suas redes cheias!
Que o Senhor lhe abençoe!
RENUNCIAR“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar”. Tito 2.11 e 12a
Você já precisou renunciar alguma coisa? Certamente não deve ter sido uma boa experiência. Essa renúncia foi em relação à sua vontade ou à vontade de Deus? Ao seu plano ou ao plano dele? Geralmente diz respeito a nós mesmos. Em minha experiência pessoal, todas as vezes que precisei abrir mão de alguma coisa, refazer, voltar atrás, isso dizia respeito a mim mesmo e nunca com relação à vontade de Deus, pelo simples fato que quando o Senhor faz, orienta e decide, ele mesmo sustenta, faz de forma completa, perfeita, sem que precisemos renunciar.
Num primeiro momento a palavra “renúncia” traz-nos à mente um sentido negativo e de derrota, até porque vai contra a nossa própria natureza; não gostamos de abrir mão, renunciar. Mas existe outro aspecto para este verbo. A vida cristã é feita de pura renúncia.
E quando você tiver que fazer isso, lembre-se desta preciosíssima letra e música de Tommy Walker, que está no CD Sonho Maior, com fé em nome de Jesus.
“Deus, rendo tudo a ti, À tua mão forte e fiel. E em tudo eu te louvarei, Eu apenas confiarei...”“Se não sei o que fazer... Levanto as mãos.Se não sei o que dizer... Te louvarei.Se não sei pra onde ir... Ao teu trono irei.Se não sei o que pensar... Tua Palavra lerei.Se não sei o que fazer...”
E quantas vezes eu e você nos esquecemos de fazer isso, ou mesmo decidimos não fazer? E quando não sabemos o que fazer, fazemos qualquer coisa; quando não sabemos o que dizer, falamos bobagens; quando não sabemos aonde ir, vamos para qualquer lugar; quando não sabemos o que pensar, pensamos qualquer coisa; quantas vezes fazemos errado. Que Deus nos livre dessas decisões humanas e imediatistas e, pelo contrário, possamos dizer com fé, renunciando nossos desejos, ímpetos e emoções...“Deus, rendo tudo a ti. Mesmo que não possa entender os mistérios que me cercam confiarei em teu poder”.E assim fazer da forma correta...“Se não sei o que fazer... Me ajoelharei,Mande tua paz, Tão perfeita paz, oh Deus!Eu me prostrarei, Venha me curar,Venha me curar, meu Deus! Se não sei o que fazer...”
Renunciar por Cristo é certeza de acerto, lucro e vitória. Um dia Pedro quis desistir de jogar a rede do jeito dele, do lado que ele mais gostava e decidiu lançar sua rede no lado que Jesus mandou, da forma como Jesus mandou. E o resultado foi: “Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a praia. Ela estava cheia: tinha cento e cinqüenta e três grandes peixes. Embora houvesse tantos peixes, a rede não se rompeu” (João 21.11).Renuncie hoje por Cristo, você estará investindo na conta de Deus e amanhã certamente puxará suas redes cheias!
Aprenda a Perdoar
Aprender a perdoar é um sinal de amor. Deus nos deu a melhor prova de amor e perdão. Ele entregou Seu próprio Filho, que morreu para que o perdão e a redenção chegasse a nós. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16). Se o Senhor em sua infinita Glória nos perdou e nos perdoa todos os dias, nós então,devemos perdoar também: “[...] perdoa-nos as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6.12). Além disso, o perdão nos traz paz e “libera” àqueles que de alguma forma entristeceram os nossos corações. O perdão traz cura espiritual. Então, amada ovelha, não espere, perdoe agora mesmo. Libere o perdão! ” O Senhor, que é bondoso, perdoa todo aquele que inclina o seu coração para buscar a Deus”. (2Cr 30.18-19).
Deus lhe abençoe,
“O Senhor, que é bondoso, perdoa todo aquele que inclina o seu coração para buscar a Deus”. 2 Crônicas 30.18-19
Como está o seu coração? O que Deus deseja tratar hoje em sua vida tem tudo a ver com ele. Desejo começar relembrando uma história e um personagem muito especial da Palavra de Deus. José era seu nome. Um nome bem brasileiro. José tinha apenas dezessete anos quando seus irmãos, friamente, venderam-no como escravo. Anos mais tarde, separado de sua família e do seu país, ele atingiu a posição de supervisor da casa de Potifar, seu senhor egípcio. Mas o desastre o atingiu novamente.
Ele recusou os assédios sexuais da esposa de Potifar e ela o acusou falsamente de assediá-la. Ele foi posto na prisão, onde, mais uma vez, o Senhor estava com ele e se tornou o supervisor dos outros prisioneiros. José permaneceu nessa prisão pelo menos durante dois anos (Gênesis 37-39). Faraó, rei do Egito, teve um sonho e desejava sua interpretação. José foi capaz, pelo poder de Deus, de interpretar o sonho do Faraó e foi exaltado a uma posição de poder próxima à do próprio Faraó. Assim José passou a ser o encarregado, como governador, da armazenagem e distribuição dos cereais, em toda a terra do Egito.
Foi depois disto que os irmãos de José vieram ao Egito para comprar cereais. Estava dentro da condição de José tomar vingança contra aqueles que tinham pecado contra ele tantos anos atrás. Contudo, a Bíblia nos conta que José experimentou seus irmãos e, tendo visto o arrependimento deles, recebeu-os com lágrimas e afeto (Gênesis 45.1-15). Ele os tinha perdoado por seu pecado e isso ficou claro porque seu coração não ficou estragado por causa de todos aqueles anos cheios de tristezas.
Certamente muitas pessoas não perdoariam como José o fez. Claro que isto não foi nada fácil para ele também, porque todos sabem que perdoar nunca é uma tarefa fácil. E quanto maior a intimidade que temos com aquele que peca contra nós, mais difícil é perdoá-lo. As Escrituras nos ensinam, contudo, que a má vontade em perdoar os outros nos retira o perdão divino. Jesus ensinou: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mateus 6.14-15).
O que é mesmo perdão? A palavra grega traduzida como “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação e foi algumas vezes usada no sentido de perdoar um débito financeiro. Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o pecador é um devedor espiritual.
Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar: “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6.12). Uma pessoa se torna devedora quando transgride a lei de Deus (1João 3.4). Cada pessoa que peca precisa suportar a culpa de sua própria transgressão (Ezequiel 18.4,20) e o justo castigo do pecado resultante (Romanos 6.23). Ele ocupa a posição de pecador aos olhos de Deus e perde sua comunhão com Deus (Isaías 59.1-2; 1João 1.5-7). José decidiu perdoar. Jesus decidiu perdoar e você? Como vai o seu coração?
A Boa Nova do evangelho é que Jesus pagou o preço por nossos pecados com sua morte na cruz. Quando aceitamos o convite para a salvação, pela obediência aos mandamentos de Deus, ele aceita a morte de Jesus como o pagamento dos nossos pecados e nos livra da culpa das nossas transgressões. Não ficamos mais na posição de infratores da lei ou devedores diante de Deus. Somos perdoados! Você precisa perdoar, porque um dia também foi perdoado de todos os seus pecados e da condenação eterna. Abra o seu coração e libere o seu perdão, mesmo que a pessoa não mereça.
O perdão, então, é um ato no qual o ofendido livra o ofensor do pecado, liberta-o da culpa pelo pecado. Este é o sentido pelo qual Deus “esquece” quando perdoa (Hebreus 8.12). Não que a memória de Deus seja fraca. Por exemplo, Deus lembrou-se do pecado de Davi a respeito de Bate-Seba e Urias muito tempo depois que Davi tinha sido perdoado (2Samuel 12.13; 1Reis 15.5). Ele liberta a pessoa perdoada da dívida do seu pecado, isto é, cessa de imputar a culpa desse pecado à pessoa perdoada (Romanos 4.7-8).
Como posso perdoar? O pecado tanto danifica as relações entre as pessoas como prejudica nossa relação com nosso Deus. A pessoa contra quem se pecou freqüentemente se sente ferida, talvez irada pela injustiça do pecado cometido. O perdão é necessário para a cura espiritual da relação, mas precisamos preparar nossos corações para perdoar. Existe a injustiça do ferimento, a deslealdade do pecado, mas precisamos estar prontos para perdoar (observe os exemplos de Jesus e Estevão (Lucas 23.34; Atos 7.60). Mesmo se o pecador recusar a se arrepender, não podemos continuar a nutrir a raiva, ou ela se tornará em ódio e amargura. Ainda que o pecador possa manter sua posição como transgressor por causa de sua recusa a se arrepender, seu pecado não deverá dominar meu estado emocional.
E se o pecador se arrepender? Como posso aprender a perdoar? Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia uma quantia enorme (dez mil talentos) ao seu rei (Mateus 18.23-35). Ele era incapaz de pagar a dívida e implorou ao rei por compaixão. O rei o perdoou por sua enorme dívida, mas este servo saiu e encontrou um dos seus companheiros servos, que devia a ele uma quantia relativamente pequena, e exigiu pagamento, agarrando-o pelo pescoço.
Ainda que o companheiro de servidão implorasse por compaixão, o credor entregou-o à prisão. Quando o rei foi informado dos atos de seu servo incompassivo, irou-se e o reprovou, entregando-o aos torturadores até que pagasse totalmente sua dívida. É claro que estamos representados na parábola pelo servo que tinha uma dívida enorme. Não há comparação entre as ofensas que temos cometido contra Deus e aquelas que têm sido cometidas contra nós. Jesus observou que, assim como no caso do servo não misericordioso, o Pai não nos perdoará por nossas infrações se não perdoarmos o nosso próximo.
Para nos preparar para perdoar, precisamos lembrar que nós mesmos somos pecadores e necessitados do perdão divino (Romanos 3.23).
Deus lhe abençoe,
“O Senhor, que é bondoso, perdoa todo aquele que inclina o seu coração para buscar a Deus”. 2 Crônicas 30.18-19
Como está o seu coração? O que Deus deseja tratar hoje em sua vida tem tudo a ver com ele. Desejo começar relembrando uma história e um personagem muito especial da Palavra de Deus. José era seu nome. Um nome bem brasileiro. José tinha apenas dezessete anos quando seus irmãos, friamente, venderam-no como escravo. Anos mais tarde, separado de sua família e do seu país, ele atingiu a posição de supervisor da casa de Potifar, seu senhor egípcio. Mas o desastre o atingiu novamente.
Ele recusou os assédios sexuais da esposa de Potifar e ela o acusou falsamente de assediá-la. Ele foi posto na prisão, onde, mais uma vez, o Senhor estava com ele e se tornou o supervisor dos outros prisioneiros. José permaneceu nessa prisão pelo menos durante dois anos (Gênesis 37-39). Faraó, rei do Egito, teve um sonho e desejava sua interpretação. José foi capaz, pelo poder de Deus, de interpretar o sonho do Faraó e foi exaltado a uma posição de poder próxima à do próprio Faraó. Assim José passou a ser o encarregado, como governador, da armazenagem e distribuição dos cereais, em toda a terra do Egito.
Foi depois disto que os irmãos de José vieram ao Egito para comprar cereais. Estava dentro da condição de José tomar vingança contra aqueles que tinham pecado contra ele tantos anos atrás. Contudo, a Bíblia nos conta que José experimentou seus irmãos e, tendo visto o arrependimento deles, recebeu-os com lágrimas e afeto (Gênesis 45.1-15). Ele os tinha perdoado por seu pecado e isso ficou claro porque seu coração não ficou estragado por causa de todos aqueles anos cheios de tristezas.
Certamente muitas pessoas não perdoariam como José o fez. Claro que isto não foi nada fácil para ele também, porque todos sabem que perdoar nunca é uma tarefa fácil. E quanto maior a intimidade que temos com aquele que peca contra nós, mais difícil é perdoá-lo. As Escrituras nos ensinam, contudo, que a má vontade em perdoar os outros nos retira o perdão divino. Jesus ensinou: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mateus 6.14-15).
O que é mesmo perdão? A palavra grega traduzida como “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação e foi algumas vezes usada no sentido de perdoar um débito financeiro. Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o pecador é um devedor espiritual.
Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar: “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6.12). Uma pessoa se torna devedora quando transgride a lei de Deus (1João 3.4). Cada pessoa que peca precisa suportar a culpa de sua própria transgressão (Ezequiel 18.4,20) e o justo castigo do pecado resultante (Romanos 6.23). Ele ocupa a posição de pecador aos olhos de Deus e perde sua comunhão com Deus (Isaías 59.1-2; 1João 1.5-7). José decidiu perdoar. Jesus decidiu perdoar e você? Como vai o seu coração?
A Boa Nova do evangelho é que Jesus pagou o preço por nossos pecados com sua morte na cruz. Quando aceitamos o convite para a salvação, pela obediência aos mandamentos de Deus, ele aceita a morte de Jesus como o pagamento dos nossos pecados e nos livra da culpa das nossas transgressões. Não ficamos mais na posição de infratores da lei ou devedores diante de Deus. Somos perdoados! Você precisa perdoar, porque um dia também foi perdoado de todos os seus pecados e da condenação eterna. Abra o seu coração e libere o seu perdão, mesmo que a pessoa não mereça.
O perdão, então, é um ato no qual o ofendido livra o ofensor do pecado, liberta-o da culpa pelo pecado. Este é o sentido pelo qual Deus “esquece” quando perdoa (Hebreus 8.12). Não que a memória de Deus seja fraca. Por exemplo, Deus lembrou-se do pecado de Davi a respeito de Bate-Seba e Urias muito tempo depois que Davi tinha sido perdoado (2Samuel 12.13; 1Reis 15.5). Ele liberta a pessoa perdoada da dívida do seu pecado, isto é, cessa de imputar a culpa desse pecado à pessoa perdoada (Romanos 4.7-8).
Como posso perdoar? O pecado tanto danifica as relações entre as pessoas como prejudica nossa relação com nosso Deus. A pessoa contra quem se pecou freqüentemente se sente ferida, talvez irada pela injustiça do pecado cometido. O perdão é necessário para a cura espiritual da relação, mas precisamos preparar nossos corações para perdoar. Existe a injustiça do ferimento, a deslealdade do pecado, mas precisamos estar prontos para perdoar (observe os exemplos de Jesus e Estevão (Lucas 23.34; Atos 7.60). Mesmo se o pecador recusar a se arrepender, não podemos continuar a nutrir a raiva, ou ela se tornará em ódio e amargura. Ainda que o pecador possa manter sua posição como transgressor por causa de sua recusa a se arrepender, seu pecado não deverá dominar meu estado emocional.
E se o pecador se arrepender? Como posso aprender a perdoar? Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia uma quantia enorme (dez mil talentos) ao seu rei (Mateus 18.23-35). Ele era incapaz de pagar a dívida e implorou ao rei por compaixão. O rei o perdoou por sua enorme dívida, mas este servo saiu e encontrou um dos seus companheiros servos, que devia a ele uma quantia relativamente pequena, e exigiu pagamento, agarrando-o pelo pescoço.
Ainda que o companheiro de servidão implorasse por compaixão, o credor entregou-o à prisão. Quando o rei foi informado dos atos de seu servo incompassivo, irou-se e o reprovou, entregando-o aos torturadores até que pagasse totalmente sua dívida. É claro que estamos representados na parábola pelo servo que tinha uma dívida enorme. Não há comparação entre as ofensas que temos cometido contra Deus e aquelas que têm sido cometidas contra nós. Jesus observou que, assim como no caso do servo não misericordioso, o Pai não nos perdoará por nossas infrações se não perdoarmos o nosso próximo.
Para nos preparar para perdoar, precisamos lembrar que nós mesmos somos pecadores e necessitados do perdão divino (Romanos 3.23).
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